“Você é a média das cinco pessoas com quem mais passa seu tempo.”

Entrou na Capco: 2018
Cargo: Consultant
Habilidades principais: Desenvolvimento de ciclo de vida de software, estratégia ágil, gestão de projetos, desenvolvimento de APIs, microsserviços      
Interesses: Métodos de autodesenvolvimento, mergulho, empreendedorismo e inovação digital e tecnológica


Após investir alguns bons anos no estudo da língua inglesa, procurei por uma empresa onde pudesse utilizar esse conhecimento no dia a dia e, então, encontrei a Capco. Quem já passou por essa jornada sabe o quanto o mundo real é diferente de uma aula com um professor de inglês. No início, falar o idioma no trabalho foi extremamente desafiador, não só pela barreira inicial da língua, mas por ter levado algumas semanas para descobrir que meu laptop estava com um problema no microfone, que gerava ruídos, o que dificultava ser compreendido pelos meus colegas que não falam português. Mas a melhor parte do meu início na Capco foi quando recebi um novo laptop e todos passaram a me entender com clareza e descobri que o meu inglês era melhor do que parecia até então. Foi muito gratificante perceber que anos de estudo do idioma valeram a pena e que os meus colegas gostavam de conversar comigo! 

Sou o tipo de pessoa que busca trabalhar por uma causa, com uma razão pela qual eu possa contribuir por um mundo melhor. Encontrei na Capco uma cultura onde seus colaboradores têm voz ativa e são ouvidos. Isso ficou evidente quando tive a chance de organizar a pesquisa de clima da filial brasileira. Foi uma oportunidade incrível entender, de forma colaborativa, como poderíamos contribuir para termos um lugar ainda melhor para se trabalhar.

Na Capco, por ser uma consultoria, temos muitas chances de aprender, praticar e evoluir nossos conhecimentos técnicos e comportamentais. Aqueles que se dedicam são reconhecidos. E aqui, vejo outro ponto positivo, que ainda não tinha visto nas empresas nas quais atuei anteriormente: as avaliações em formato de mesa redonda contam com a presença dos colegas que atuam no dia a dia das pessoas avaliadas, o que as torna bastante justas.

Também preciso falar sobre respeito. Deixem-me contar uma história rápida. Meus pais são nordestinos e, na minha adolescência, tive a oportunidade de morar no interior do Ceará por dois anos. Quando voltei à São Paulo, muitos de meus amigos zombaram do meu novo sotaque e, naquela época, isso era algo que me incomodava bastante. E por que estou falando disso? Na Capco, temos recebido profissionais de todo o Brasil, com os mais diferentes sotaques e vejo que todos são respeitados, independentemente de quaisquer características. Acredito que isso está enraizado na cultura da empresa graças aos esforços contínuos da campanha “Seja Você Mesmo no Trabalho” (Be Yourself at Work).

Finalmente, acredito fortemente que somos a média das cinco pessoas com quem mais passamos tempo juntos. Posso afirmar que, tenho me tornado uma pessoa muito melhor, pois tenho, ao meu lado, profissionais espetaculares que me apoiam sempre. E é isso que me motiva e renova minhas energias a cada dia.